Preview Google Earth
Altitude Máxima: 1200 metros.
Altitude Mínima: 900
Temporada ideal: Abril a Novembro
Outras montanhas do roteiro:
Data obtenção dos dados: 30/11/2009
Via GPS, Pedro Hauck
A região de Andradas, Sul de Minas, tem muitas opções de escalada e os principais locais são a Pedra do Elefante, Boi e do Pantano, na zona rural da cidade.
O acesso à rocha é fácil e no local há serviços, como refúgios de montanha, que facilita a vida de quem vem de longe.
Nestes três morros, predominam vias tradicionais de excelente qualidade, na maior parte das vezes, vias que têm uma difículdade mediana, mas que exigem experiência com móveis, pois as conquistas na região sempre procuraram usar o mínimo de proteções fixas, assim é recomendável que o escalador tenha um jogo de peças ativas, caso contrário ele fica limitado a vias secundárias.
O Morro do Elefante é o que tem as vias mais longas. Na "cabeça", ficam as vias mais fáceis e que não precisam de móveis, a Era do Gelo e Vulcano. No "corpo", ficam vias mais comprometedoras que tem em média 250 metros de altura. As mais clássicas são "5.15", "Zênite" e "Paredão CEAR". Cuidado com o rapel, pois há vias que não tem esta opção.
O Morro Pantano é o mais próximo da zona dos refúgios. Ele tem um granito mais abrasivo, com vias bastante machuquentas, como é o caso da Nini Van Prehn. As vias mais clássicas do local são: Savamu, Monstro do Pantano, Tendências Sociofóbicas, Pão Francês e Andragonia, a via mais difícil da parede.
No lado direito da Pedra do Pantano, fica um campo escola, ideal para quem está aprendendo a escalar e dar seus primeiros passos com escalada em móvel.
O Morro do Boi é a pedra menos frequentada, mas é uma das mais bonitas. De cara o escalador é brindado com uma bela cachoeira na base das vias, que lá são bem fortes, pois a parede é bem inclinada. A via mais bonita do local é a "Irmãos Rocha", seguida da "Supreme a cubana".
As informações e os croquis das vias podem ser adquiridos com o Pedro Zenetti, o Jacaré, dono do Refúgio do Pantano. Veja o site do Refúgio.
Veja mais:
Escalando em Andradas – Parte I
Escalando em Andradas – Parte II
O Rumos está aberto a contribuição de seus leitores. Clique para saber mais.