Guallatiri - Rumos: Roteiros para sua próxima aventura!
Guallatiri
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Montanhismo fácil

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Guallatiri

Altitude Máxima: 6071 metros.

Altitude Mínima: 4500 Chungara

Temporada ideal: De Maio a Setembro

Outros locais do roteiro:

  • Acotango
  • Capurata
  • Nevado Putre
  • Sajama
  • Parinacota
  • Pomerape
  • Forma da obtenção dos dados:

    Via GPS 62S por Pedro Hauck em Agosto de 2014

    Mais informações sobre este roteiro:


    O Guallatiri é um vulcão bastante ativo localizado na região norte do Chile justo à fronteira com a Bolívia. Ele está situado no Parque Nacional Lauca e seu acesso se dá pela aduana de fronteira entre o Chile e a Bolívia em Chungara, que pertence ao município de Putre. No entanto a cidade grande mais próxima é Arica, onde há aeroporto. Também é possível fazer a montanha vindo da Bolívia por La Paz ou Oruro.

    Por ser uma zona de fronteira é necessário requerir autorização para escalar através da DIFROL, o departamento de Fronteiras e Limites chileno, que se faz pela internet. Imprimir e deixar uma cópia com os Carabineiros em Chungara. Avisar tanto na ida, quanto na volta.

    O itinerário começa na fronteira. Dali parte uma estrada de terra em direção à montanha. No caminho há uma terma, onde pode-se passar uma noite. Quem vem de Arica (nível do mar) é melhor passar outra noite antes em Putre para realizar aclimatação (ler os artigos sobre aclimatação na seção de saúde nos artigos do site AltaMontanha), ou se estiver aclimatado, já ir diretamente ao campo base.

    Após deixar as termas, há um caminho que sai na esquerda que vai em direção à montanha. Você irá passar por umas casas, num local chamado Chirihuayllas. Depois de passar pela capela, pegar uma bifurcação, onde deve pegar a esquerda novamente. O caminho em 2014 quando este tracklog foi adquirido estava em ótimas condições, sendo possível percorrer até com carro não tracionado.

    Após algum tempo dirigindo pela estrada, tomar a direito em outra bifurcação e ir seguindo o caminho principal que se acerca do vulcão até começar a galgar por ele, ganhando altura em um zig zag. A estrada começa a piorar com o aparecimento de alguns deslizamentos, até que ela fica interrompida por completo. Ali é o campo base.
    Ataque ao cume

    O ataque se faz desde o campo base, saindo pela rampa que começa na estrada. Ficar atento com os rastros e indícios antigos da estrada que passava ali e que foi demolida pelos deslizamentos.

    Após o trecho inicial, a trilha segue o que restou da antiga estrada, até que num determinado momento já há escapatória e começa a subida por uma canaleta de rocha solta, que é o pior e maior trecho da ascensão à montanha. Ali leva-se a maior parte do tempo e esforço na escalada do Guallatiri.

    Ao término desta canaleta, chega-se a uma plataforma e começa o trecho de neve eterna que é bem fácil e óbvio. A subida continua até chegar na borda da cratera, ali deve-se contornar a mesma até chegar ao cume, que fica em cima do local onde estão as fumarolas vulcânicas no Guallatiri.

    Cuidado para não se intoxicar com a fumaça. Se o vulcão estiver muito ativo, não faça cume. No topo está o livro do projeto patrocinado pelo Banco do Chile totalmente deteriorado pela fumaça tóxica e nada mais.

    Equipamentos necessários:



    Veja mais:

    :: Relato de Pedro Hauck sobre ascensão ao Guallatiri







    Veja esse roteiro no Google Earth:

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